3 – Mobilidade, Ambiente e Trânsito

Freqüentemente a Psicologia do Trânsito é reduzida a testes de habilitação para adquirir a carteira de motorista. Como o próprio livro pioneiro de Rozestraten (1988, vide a seguir) mostra, a questão é bem mais ampla.
A bibliografia nesta página concentra referências a trabalhos sobre a interface entre a psicologia ambiental e trânsito e transporte, priviligiando uma perspectiva mais ampla.
Publicações
  • Altman, I., Wohlwill, J. F., & Everett, P. B. (Eds.). (1981). Transportation and behavior. New York: Plenum
  • Auge, M. (2002). n the metroI (Un ethnologue dans le métro, 1986). Minneapolis, MN: U Minnesota Press.
  • Bianchi, A. S. (Orf). (2009). Humandade e trânsito: desafios para um futuro sustentável. Curtiba: CRP-Paraná.
  • Boguscch, S., Spellerberg, Topp, H. H., & West, Ch. (Hrsg.). (2009). Organsation und Folgewirkung von Großveranstaltungen: Interdiscipliäre Studien zur FOFA Fussball-WM 2006. Wesbaden: Springer VS. 
  • Caiafa, J. (2002). Jornadas urbanas: exclusão, trabalho e subjetividade nas viagens de ônibus na cidade de Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: FGV editora.
  • Chaloupka-Risser, Ch., Risser, R., & Zuzan, W.-D. (2011). Verkehrspsychologie: Grundlagen und Anwendungen. Wien: facultas-wuv.
  • Corrêa, J. P. (2009). 20 anos de lições de trânsito: desafios e conquistas do trânsito brasileiro de 1987 a 2007. Curtiba: infolia.
  • Corrêa, J. P. (2013). Cultura de segurança no trânsto: casosbrasileiros. Curtiba, PR: SK Editora.
  • Cristo, F. (2012). Psicologia e trânsito: reflexões para pais, educadores e (futuros) condutores. São Paulo: Caso do Pscólogo.
  • Diegelmann, K., & Moser, A. (1993). Bke and Ride: Ein Konzept fúr den kombinierten Personenverkehr – Fallstudie Darmstadt. Oldenburg: bs – Uni Oldenburg.
  • Everett, P. B., & Watson, B. G. (1987). Psychological contributions to transportation. Em D. Stokols & I. Altman (Eds.), Handbook of environmental psychology, vol II (pp. 987-1008). New York: Wiley.
  • Farage, L., Colares, V. S., Capp Neto, M., Moraes, M. C., Barbosa, M. C., & Branco Júnior, J. A. (2002). As medidas de segurança no trânsito e a morbimortalidade intra-hospitalar por traumatismo craniencefálico no Distrito Federal. Revista da Associação Médica Brasileira, 48(2), 163-166. [ disponível via http://www.scielo.br ]
  • Flade, A. (2013). Der rastlose Mensch: Konzepte und Erkenntnsse der Mobilitätspsychologie. Wesbaden: Springer.
  • Gärling, T., & Valsiner, J. (Eds.). (1985). Children within environments: Toward a psychology of accident prevention. New York: Plenum.
  • Groeger, J. A., & Rothengatter, J. A. (1998). Traffic psychology and behaviour. Transportation Research Part F, 1, 1-9.
  • Günther, H. (2004). Psicologia ambiental e psicologia do trânsito — uma agenda de trabalho (Série: Textos de Psicologia Ambiental, N° 08). Brasília, DF: UnB, Laboratório de Psicologia Ambiental. Disponível no URL: http://www.unb.br/ip/lpa/pdf/08PAePT.pdf
  • Günther, H., Cristo, F., Neto, I., & Feitosa, Z. O. (Orgs.). (2015). Pesquisas sobre comportamento no trânsito. São Paulo: Casa do Psicólogo. com os seguintes capítulo:
    • Cristo, F. – Pesquisas sobre comportamento no trânsito: uma breve introdução.
    • Günther, H., & Neto, I. – Comportamento no trânsito: uma perspectiva da psicologia ambiental.
    • Olivato, A. – Espaço público e civilidade no trânsito: um estudo de hábitos e atitudes de motoristas e pedestres da cidade de São Paulo.
    • Guerreiro, Th. C. M., & Ferraz, A. C. P. -A acidentalidade no transporte coletivo da cidade de São Carlos.
    • Lira, S. V. G., Vieira, L. J. E. S., & Gondim, A. P. S. – Comportamento de risco de mototaxistas e envolvimento em acidentes.
    • Torquato, R. J., & Bianchi, A. S. – Uma análise da percepção de risco de pedestres e dos comportamentos de riscos de travessia
    • Ariotti, P. – Padrão de comportamento de pedestres em travessias semaforizadas: um modelo conceitual
    • Delabrida, Z. N. C., & Günther, H. – Aspectos ambientais e psicológicos que influenciam o uso da bicicleta
    • Franco, C. M. A., & Bianchi, A. S. – Formas de inclusão da bicicleta entre a população universitária
    • Neto, I., & Günther, H. –  Justificativas de motoristas para infrações de trânsito: uma análise a partir do desengajamento moral
    • Feitosa, Z. O., & Günther, H. – O que a psicologia tem a dizer sobre o comportamento de desobediência à lei no estacionamento público?
    • Cunha, L. F., & Günther, H. – Impactos de elementos físicos do ambiente de trânsito sobre o comportamento de velocidade dos motoristas
    • Cubas, F., Pechansky, & Couza, J. C. – Um estudo sobre o uso de álcool e outras drogas por motoristas de caminhão que cruzam as capitais do Brasil
    • Dagostin, C. G. – Análise do trabalho do psicólogo perito examinador de trânsito
    • Cristo, F., & Alchieri, J. C. – Avaliação psicológica e segurança no trânsito: problemas e desafios.
  • Herce, M. (2009). Sobre la movlidad en la ciudad. Barcelona: Reverté.
  • Hoffmann, M. H., Cruz, R. M., & Alchieri, J. C. (Orgs.). (2003).Comportamento humano e trânsito. São Paulo, SP: Caso do Psicólogo. – com os capítulos (seleção):
    • Corassa, N.: Uso do carro como uma extensão da casa e os conflitos no trânsito. (pp. 61-74).
    • Cruz, R. M., & Hoffmann, M. H.: Metodologia da pesquisa do trânsito. (pp. 155-169).
    • Günther, H.: Ambiente, psicologia e trânsito: reflexões sobre uma integração necessária. (pp. 49-57).
    • Hoffmann, M. H., & Cruz, R. M.: Síntese histórica da psicologia do trânsito no Brasil. (pp 17-29).
    • Hoffmann, M. H., & Legal, E. J.: Comportamento agressivo e acidentes no trânsito (pp. 395-413).
    • Hoffmann, M. H., & Luz F., S. S.: A educação como promotora de comportamentos socialmente signifiativos no trânsito (pp. 105-119).
    • Machado, A. P.: Um olhar da psicologia social sobre o trânsito. (pp. 123-133).
    • Rozestraten, R. J. A.: Ambiente, trânsito e psicologia. (pp. 33-46).
    • Silva, A. L. P., Hoffmann, M. H., & Cruz, R. M.: Psicologia no trânsito: possibilidades de atuação e benefício social. (pp. 173-186).
  • Kay, J. H. (1997). Asphalt nation: How the automobile took over America and how we can take it back. Berkeley, CA: U California Press.
  • Marin, L., & Queiroz, M. S. (2000). A atualidade dos acidentes de trânsito na era da velocidade: uma visão geral. Cardernos de Saúde Pública (Rio de Janeiro), 16(1), 7-21.
  • Mokhtarian, P. L., & Salomon, I. (2001). How derived is the demand for travel? Some conceptual and measurement considerations. Transportation Research Part A, 35, 695-719.
  • Mokhtarian, P. L., Salomon, I., & Redmond, L. S. (2001). Understanding the demand for travel: It’s not purely ‘derived’. Innovation, 14(4), 355-380.
  • Monteiro, C. A. S. (2001). Comportamentos relacionados aos conflitos de tráfego entre pedestres idosos e veículos. [Traffic conflicts between elderly pedestrians and motor vehicles]. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 53(3), 61-76.
  • Moyano Diaz, E. (1997).: Teoria del Comportamiento planificado e intención de infringir normas de transito en peatones. Estudos de Psicologia (Natal), 2(2), 335-348.
  • Moyano Diaz, E. (ed.). (1999). Psicología social y seguridad de tránsito. Santiago, Chile: Editorial Universidad de Santiago.
  • Risser, R. (2004). Estudos sobre a avaliação psicológica de motorista. São Paulo; Casa do Psicólogo.
  • Rozestraten, R. J. A. (1988). Psicologia do trânsito: conceitos e processos básico. São Paulo, SP: EPU / EDUSP.
  • Shinar, D. (1978). Psychology in the road: The human factor in traffic safety. New York: Wiley.
  • Silva, A. V., & Günther, H. (2004). O que pode ‘estressar’ os motoristas de ônibus? Revista dos Transportes Públicos, 26(101), 97-107. [ disponível via http://www.scielo.br ]
  • Vasconcelos, E. A. (1992). O que é trânsito? São Paulo, SP: Ed. Brasiliense.
  • Wright, Ch. L. (1988). O que é transporte urbano? São Paulo, SP: Ed. Brasiliense.
Publicações – O Pedetre no Trânsito
  • Ashmead, D.H., Wall, R., Bentzen, B.L. e Barlow, J..M. (September, 2004). Which crosswalk? Effects of accessible pedestrian signal characteristics. ITE Journal-Institute of Transportation Engineers, 74(9), 26-30.
  • Bentzen, B. L., Barlow, J. M., e Bond, T. (2004). Challenges of unfamiliar signalized intersections for pedestrians who are blind – Research on safety.Pedestrians and Bicycles; Developing Countries. Transportation Research Record, 51-57.
  • Burnett, J. & Pang, A.Y.-h (2004). Design and performance of pedestrian subway lighting systems. Tunnelling and Underground Space Technology, 19, 619-628.
  • Eccles, K. A., Tao, R. H. e Mangum, B. C. (2004). Evaluation of pedestrian countdown signals in Montgomery County, Maryland. Pedestrians and Bicycles; Developing Countries. Transportation Research Record, 36-41.
  • Cardoso, J., Lindau, L. A., & Goldner, L. G. A percepção do risco e fatores causais de atropelamentos a partir da ótica de pedestres e agentes de fiscalização: uma abordagem utilizando grupos focados. Disponível na URL: http://www.eptc.com.br/noticias/imagens/risco_atropelamento.PDF {Apesar do artigo apresentar medidas relativamente imprecisas, coloca a problemática dos pedestres sob a ótica dos pedestres e dos agentes de trânsito.}
  • Gon, P.K. e Lam, W.H.K. (January, 2004). Pedestrian flows and walking speed: A problem at signalized crosswalks. ITE Journal-Institute of Transportation Engineers, 74, 1, 28-33
  • Keegan, O. & O’Mahony, M. (2003). Modifying pedestrian behaviour. Transportation Research Part A, 37, 889-901.
  • Martinez, K. L. H., e Porter, B. E. (January, 2004). The likelihood of becoming a pedestrian fatality and drivers’ knowledge of pedestrian rights and responsibilities in the Commonwealth of Virginia. Transportation Research Part F-Traffic Psychology and Behaviour, 7, 43-58.
  • Moyano Diaz, E. (1997). Teoria del Comportamiento planificado e intención de infringir normas de transito en peatones. Estudos de Psicologia (Natal), 2(2), 335-348. [ disponível via http://www.scielo.br ]
  • Moyano Díaz, E. (2002). Theory of planned behavior and pedestrians’ intentions to violate traffic regulations. Tansportation Research Part F, 5, 169-175.
  • Sisiopiku, P. & Akin, D. (2003). Pedestrian behaviors and perceptions towards various pedestrian facilities: an examination based on observation and survey data. Transportation Research part F, 6, 249-274.
  • Steinman, N. e Hines, D..K. (2004). Methodology to assess design features for pedestrian and bicyclist crossings at signalized intersections. Pedestrians and Bicycles; Developing Countries. Transportation Research Record, 42-50.
  • Van Houten, R., e Malenfant, J. E. L. (2004). Effects of a driver enforcement program on yielding to pedestrians. Journal of Applied Behavior Analysis, 37, 351-363.
  • Zegeer, C.V., Esse, C.T., Stewart, J.R., Huang, H.F. e Lagerwey, P. (January, 2004). Safety analysis of marked versus unmarked crosswalks in 30 cities. ITE Journal-Institute of Transportation Engineers, 74, 1, 34-41.
Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado
  • Cunha, Ludmila Fernandes da (2003). Essa via convida para correr? Influência de elementos físicos da via urbana no comportamento de velocidade dos motoristas. (M, Psicologia, UnB)
  • Delabrida, Zenith Nara Costa (2004). A imagem e o uso da bicicleta: um estudo entre moradores de Taguatinga. (M, Psicologia, UnB)
  • Martinez, Maria Cecília A. (co-orientação, 1996). A comunicação como instrumento de qualidade no transporte coletivo urbano: interação entre usuário e cobrador. (M, Transporte Urbano, UnB)
  • Monteiro, Cáudia Aline Soares (2004). Variáveis antecedentes de erros e violações de motoristas, (D, Psicologia, UnB)
  • Nunes, Mônica (co-orientação, 1991). Interferência de variáveis ambientais na percepção e comportamento do pedestre em sua opção de percurso. (M, Transporte Urbano, UnB).
  • Silva, Abelardo Vinagre da (1999). Comportamentos de motoristas de ônibus: itinerário urbano, estressores ocupacionais e estratégias de enfrentamento. (M, Psicologia, UnB).
Revistas
Analysis and Preventioin http://www.sciencedirect.com
Transportation Research http://www.sciencedirect.com
Organizações / Organizations
University of California Transportation Center
Departamentos & Laboratórios / Departments & Research Groups
University of California Transportation Center
Estatísticas / Statistics
Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN – DF).
{Estatísticas de acidentes envolvendo pedestres entre os anos de 2003 e 2004.}
Evidentemente, esta lista não está completa, tampouco representa juízo de valor. Caso você conheça algum trabalho interessante que deve ser incluído nesta lista, pedimos que entre em contato conosco.

Um comentário sobre “3 – Mobilidade, Ambiente e Trânsito

  1. Rosa Cristina disse:

    Estou dando continuidade a um trabaho sobre a permanência do uso de transporte de tração animal (carroças) em cntxto de franca urbanização. Na sociologia rural este tema é ratado sob a ótica do fenômeno da “rurbanização”, um conceito criado há muitos anos nos EEUU, reforçado por Gilberto Freyre na primeira metade do século XX, e retomado agora. Conhecemos em psicologia algum trabalho que aborde o tema?

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s