5 – Paisagens & Ambientes Naturais

Como nos relatamos com o ambiente natural? Como o transformamos?
Nesta página indicamos referências sobre a interface entre psicologia ambiental e paisagismo e ambientes naturais.

Referências

  • Altman, I., & Wohlwill, J. F. (Eds.). (1983). Behavior and the natural environment. Human behavior and environment: advances in theory and research, vol. 6. New York: Plenum.
  • Clayton, S., & Opotow, S. (Eds.). (2003). Identity and the natural environment: The psychological significance of nature. Cambridge,MA: MIT Press.
  • Kaplin, R., Kaplin, S., & Ryan, R. L. (1998). With people in mind: Design and management of everyday nature. Washington, DC: Island Press.
  • Leão, R. M. (2000). A floresta e o homem. São Paulo, SP: EDUSP.
  • Lipkis, A., & Lipkis, K. (1990). The simple act of planting a tree: A citizen forester’s guide to healing your neighborhood, your city, and your world. Los Angeles, CA: Jeremy P. Tarcher, Inc.
  • Schama, S. (1995). Landscape and memory. New York: Knopf.
  • Schroeder, H. W. (1991). Preference and meaning of arboretum landscapes: Combining quantitative and qualitative data. Journal of Environmental Psychology, 11, 231-248.
  • Sommer, R., Guenther, H., Barker, Ph.A., & Swenson, J. P. (1993). Comparison of four methods of street tree assessment. Journal of Arboriculture, 19, 27-34.
  • Sommer, R., Guenther, H., & Cecchettini, C. (1992). A user-based method for rating street trees. Landscape Research, 17(3), 100-107.
  • Sommer, R., Cecchettini, C. L., & Guenther, H. (1992). Agreement among arborists, gardeners, and landscape architects in rating street trees. Journal of Arboriculture, 18, 252-256.
  • Sommer, R., Guenther, H., & Barker, Ph. A. (1990). Surveying householder response to street trees. Landscape Journal, 9, 79-85.
  • Sommer, R., Barker, Ph. A., Guenther, H., & Kurani, K. (1989). Householder evaluation of two street tree species. Journal of Aboriculture, 15, 99-102.

Dissertação de Mestrado

  • Susana Martins Alves (1997). Árvores de Brasília: um estudo exploratório de preferência de forma. (M, Psicologia, UnB).
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